A nossa história
Quem está por trás de AuralisbalanceAuralisbalance nasceu numa manhã de novembro, em 2024, à mesa de uma cozinha em Alvalade. Tínhamos os cadernos abertos, um chá de erva-cidreira a arrefecer e a vontade simples de juntar, num só sítio, os pequenos rituais que nos têm ajudado a começar o dia com mais presença. Não estávamos a desenhar um produto — estávamos a partilhar uma forma de viver as primeiras horas.
Hoje, Auralisbalance é uma carta semanal, um arquivo aberto e uma pequena comunidade. Continuamos a escrever da mesma cozinha, com a mesma erva-cidreira, mas agora com leitores em Lisboa, Porto, Coimbra, Madeira, Açores e também de comunidades portuguesas em Paris, Luxemburgo, Londres e São Paulo. O ritmo continua lento, intencional, escrito em português europeu.
A nossa missão
Acreditamos que a manhã é o tempo onde temos mais espaço para escolher o tom. Por isso, dedicamos as nossas cartas a três pilares: presença, movimento gentil e organização leve. Não somos profissionais da área da saúde. Somos duas pessoas curiosas, observadoras e escritoras, que cruzam fontes abertas — como comunicações da OMS, cadernos da Harvard e revistas de bem-estar publicadas em Portugal — com a sua experiência pessoal.
Os nossos valores
- Lentidão. Escrevemos devagar. Publicamos uma carta por semana. Não competimos por atenção, competimos com o ruído.
- Honestidade. Não inventamos números. Quando citamos uma fonte, é uma fonte que lemos. Quando contamos uma história, é uma história real.
- Gentileza. Não há receita única. Cada manhã, cada corpo, cada vida é diferente. As nossas cartas são convites, nunca prescrições.
Como trabalhamos
Cada carta começa numa semana de observação. Tomamos notas, falamos com leitores, testamos pequenos ajustes na nossa rotina. Depois, escrevemos sem pressa — normalmente ao sábado à tarde, em silêncio. A carta final é revista por ambos antes de ser enviada ao domingo à noite. Sem stress, sem pressa.
Equipa fundadora
Porque é que o Auralisbalance existe
Sentimos falta de cartas que nos lembrassem da manhã sem nos apressar. Sentimos falta de leituras que não nos vendessem nada e que nos deixassem em paz com as nossas escolhas. Sentimos falta de português europeu, com sotaque, atmosfera, expressões locais. E começámos a escrever para preencher esse espaço.